A administração de uma loja envolve informações que pedem discrição: quem são os obreiros, seus graus, sua situação financeira, as atas das sessões. O Oriente App foi desenvolvido com segurança e controle de acesso como parte da arquitetura, e não como um recurso acrescentado depois.
Visibilidade por grau e cargo
O acesso a documentos, listas, livros e registros respeita o grau e o cargo de cada obreiro. Cada cargo tem permissões separadas de visualizar, adicionar, editar e excluir em cada módulo, e quem define essas permissões é a própria loja. Um irmão sem cargo administrativo vê a própria situação, mas não a tesouraria da loja.
Proteção técnica
- HTTPS/TLS em toda a comunicação entre app, navegador e servidores.
- Backups automáticos para preservar a integridade e a disponibilidade dos dados.
- Identificadores UUID v4, gerados aleatoriamente, que impedem adivinhar o endereço de outros registros.
- Log de auditoria com acessos e ações, consultado pela administração da plataforma para rastrear quem alterou o quê e quando.
LGPD
O tratamento de dados segue a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018), com respeito aos direitos dos titulares, controles de privacidade e salvaguardas para dados sensíveis. Existe um fluxo próprio para pedidos de exclusão de dados, e a política de privacidade detalha o que é tratado e por quê.
Os dados da loja não são vendidos nem cedidos a terceiros para publicidade ou qualquer uso comercial.
Isolamento entre lojas
Cada loja tem o seu ambiente isolado. Um irmão filiado a duas lojas escolhe a loja ativa no login e só vê os dados dela. A equipe da plataforma tem acesso restrito, voltado a suporte e auditoria.
O papel da loja
A tecnologia resolve boa parte do problema, mas a loja também tem responsabilidades: parar de circular listas de membros por mensagem, revogar acessos de quem deixa o cargo e definir quem atende os pedidos dos irmãos. O guia prático está em LGPD na loja maçônica, e a troca de senhas na posse aparece no checklist de transição de gestão.
